Cada momento traz consigo algo de especial... E o bom é que muitos desses momentos são catalogados para sempre! Em forma de POESIA!
Saudades do Amigo Pantaneiro Rogério Saldanha, o qual tive a honra de conhecer começo do ano passado (2011) na livraria cultura. Entre conversas informais sobre regionalidade, ficou gravado para sempre um texto meu, que tive a honra de expor em mais um festival de Poesia Regional no Mato Grosso do Sul - Corumbá, não pude estar presente, mas o texto pôde! hehehe!!

Ouro verde
O vento brinca chegando do Paraguai
E o Auquidauana vai subindo o seu leito,
Cá na rede vejo o cenário perfeito
De sol e chuva, água vem e depois vai...
Lá em cima um céu de azul forte e perfeito
Os bem-te-vis colorem a vista a voar,
Um arrebate de emoção invade o peito
Onde as imagens por si só podem falar...
Duas chalanas vão descendo o seu remanso
Um jacaré as observa lá do rio,
E no barulho do motor e seu balanço
O bicho afunda, o observo em arrepio...
Acompanhado por um bando de araras
Esse lugar é de variadas cores,
A natureza repleta de jóias raras
Nascem poemas, cantigas e até amores...
São as vozes da natureza farta
Que mais parece uma pintura surreal,
E a harmonia de vozes por entre a mata
É o grito do meu verde Pantanal.
Beth Brito
2010
Saudades do Amigo Pantaneiro Rogério Saldanha, o qual tive a honra de conhecer começo do ano passado (2011) na livraria cultura. Entre conversas informais sobre regionalidade, ficou gravado para sempre um texto meu, que tive a honra de expor em mais um festival de Poesia Regional no Mato Grosso do Sul - Corumbá, não pude estar presente, mas o texto pôde! hehehe!!

Ouro verde
O vento brinca chegando do Paraguai
E o Auquidauana vai subindo o seu leito,
Cá na rede vejo o cenário perfeito
De sol e chuva, água vem e depois vai...
Lá em cima um céu de azul forte e perfeito
Os bem-te-vis colorem a vista a voar,
Um arrebate de emoção invade o peito
Onde as imagens por si só podem falar...
Duas chalanas vão descendo o seu remanso
Um jacaré as observa lá do rio,
E no barulho do motor e seu balanço
O bicho afunda, o observo em arrepio...
Acompanhado por um bando de araras
Esse lugar é de variadas cores,
A natureza repleta de jóias raras
Nascem poemas, cantigas e até amores...
São as vozes da natureza farta
Que mais parece uma pintura surreal,
E a harmonia de vozes por entre a mata
É o grito do meu verde Pantanal.
Beth Brito
2010

