Assim nascem os textos... Sem avisar... Bater na porta, ou mandar recados... Não se mostram, apenas chegam, e chegando não findam... São perenes, reais e eternos...
Oscuro cárcere do ser Trancar-se nos vasos da sequidão, Não se deixar renascer Colher, brotar desse chão, E em seu tenro casulo não crer Nas sementes em rotação...